Candidato pego pela PF com R$ 500 mil em dinheiro vivo é vice nacional do PSDB e está no 5º mandato na Alesc
O dinheiro foi apreendido pela Polícia Federal e o caso foi encaminhado à Justiça Eleitoral; Saiba mais:
23/09/2026 12:41
O candidato flagrado pela Polícia Federal com R$ 500 mil em dinheiro vivo na saída de um banco em Florianópolis foi o atual deputado estadual Marcos Vieira (PSDB). A apreensão ocorreu nesta terça-feira (22). A informação foi confirmada pela própria assessoria do parlamentar.
A Polícia Federal informou que a quantia havia sido previamente provisionada para saque e acabou apreendida durante a operação. Os agentes precisam utilizar uma máquina contadora de cédulas para chegar à quantia final dos valores.
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Segundo o órgão ainda serão investigadas as circunstâncias relacionadas à procedência e à finalidade do dinheiro. A apuração também deverá verificar se houve alguma irregularidade relacionada às regras eleitorais.
Procurada pela reportagem do NSC Total, a assessoria do deputado Marcos Vieira confirmou que ele foi o candidato flagrado com a quantia. “Ele está em campanha pelo interior do Estado e também aguarda mais informações da Polícia Federal”, informou a assessoria. Não foi informada até o momento a motivação do saque de valores feito pelo parlamentar.
Marcos Vieira é vice-presidente nacional do PSDB e está no quinto mandato como deputado estadual na Alesc. Ele também é presidente da Comissão de Finanças, considerada a segunda mais importante da Casa e responsável por analisar proposta com impacto financeiro no Estado.
PF solicita autorização para abrir inquérito
A PF informou que foi solicitada a autorização da Justiça Eleitoral para instaurar um inquérito contra o deputado e candidato à reeleição. “Havendo autorização, os fatos serão investigados”, informou a PF, via assessoria.
A Justiça Eleitoral foi procurada, mas ainda não respondeu à reportagem.
O inquérito policial é o procedimento utilizado para reunir informações e elementos que possam esclarecer a ocorrência dos fatos e eventual existência de infração.
Até o momento, porém, não há conclusão sobre a ocorrência de crime nem sobre eventual responsabilidade das pessoas envolvidas.
O espaço segue aberto para o posicionamento do candidato.
Fonte: NSC